Amanhã tem a primeira prova. Assuntos nunca dantes estudados. A noite vai ser longa. Comidinhas para ficar acordada.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Do estômago
Faz mais de um mês que eu não como maçã. Em compensação, comi mais carne de porco neste período do que em todo o ano de 2009. Se houver algum adventista aqui, certamente vai virar vegetariano.
Adoro maçã. Lembrei da maçã porque, em Londrina, eu comia rotineiramente uma maçã antes de almoço, com o intuito de tapear o estômago. O efeito era sempre o contrário: o apetite se abria ainda mais antes de eu ir na japa do Com Tour ou no Kyoto. Mesmo quando eu levava meu almoço corporativo - versão ilustre da marmita - o hábito da maçã era mantido.
Tenho outros hábitos. Durante a quinzentena, uma barra de cereal era fundamental para manter a glicemia equilibrada antes do café. O café é às 6 horas. Cedo, né? Teve dias em que, na quinzentena, a alvorada foi às 2h45. Haja cereal. Agora, que a minha vida é quase normal, a barra de ceral mudou de horário, mas permanece prevista: como uma todas às tardes, junto com o cafezinho que custa R$ 10 por mês.
Não tem geladeira. Não vou à rua todo dia porque é muita funçao colocar traje civil. O jeito vai ser comprar umas duas maçãzinhas e guardar no meu exíguo armário. Que merece um post a parte.
Adoro maçã. Lembrei da maçã porque, em Londrina, eu comia rotineiramente uma maçã antes de almoço, com o intuito de tapear o estômago. O efeito era sempre o contrário: o apetite se abria ainda mais antes de eu ir na japa do Com Tour ou no Kyoto. Mesmo quando eu levava meu almoço corporativo - versão ilustre da marmita - o hábito da maçã era mantido.
Tenho outros hábitos. Durante a quinzentena, uma barra de cereal era fundamental para manter a glicemia equilibrada antes do café. O café é às 6 horas. Cedo, né? Teve dias em que, na quinzentena, a alvorada foi às 2h45. Haja cereal. Agora, que a minha vida é quase normal, a barra de ceral mudou de horário, mas permanece prevista: como uma todas às tardes, junto com o cafezinho que custa R$ 10 por mês.
Não tem geladeira. Não vou à rua todo dia porque é muita funçao colocar traje civil. O jeito vai ser comprar umas duas maçãzinhas e guardar no meu exíguo armário. Que merece um post a parte.
domingo, 5 de julho de 2009
A vida é trânsito
Não sou mais repórter. E nem moro mais em Londrina. Continuo com 28 anos. A vida é trânsito. Não ser mais repórter, embora continue jornalista (ufa), é algo estranho de se dizer. Não morar em Londrina é mais estranho ainda. Qualquer referência à pequena Londres me faz parar por alguns segundos e evoca uma cadeia de associações no meu cérebro. Que vai direto para o coração.
A vida nova vai muito bem, obrigada. Já penso em como será deixa-la e ir para a nova novíssima vida sem os companheiros de agora. Ao chegar, fomos avisados: você vão fazer amigos com uma rapidez e intensidade que vão se impressionar. Me impressionei como isso, de fato, acontece. O segredo da cola é botar 165 desconhecidos juntos e submete-los a perrengues que ninguém com curso superior jamais pensou passar. É inevitável: você se agarra a quem está perto e descobre as afinidades. Quando a coisa acalma - e demorou 17 dias para voltarmos a ter jornadas de menos de 20 horas diárias - você olha para o lado e pensa que ufa graças a Deus que finalmente acabou. Tenho certeza de que só cheguei até aqui por que foi em grupo.
Tem profissionais de 31 áreas aqui. Sem que eu me desse conta, fiquei amiga das enfermeiras. Muito, muito mais do que dos jornalistas. Na festa junina de ontem, alguém se deu conta: tinha nove enfermeiras e eu na roda. Já fui até nomeada "atendente de pronto-socorro". Quanta honra! Foi a liga de enfermagem (nome carinhoso) do alojamento Sabará que diagnosticou, antes de eu ir ao médico, que eu estava com conjuntivite. Diagnóstico certeiro. Claro que elas também trataram se manter uma distância segura para não se infectarem. Mas tô bem dos zóio já.
Tem nove semanas pela frente. E muita novidade por vir.
A vida nova vai muito bem, obrigada. Já penso em como será deixa-la e ir para a nova novíssima vida sem os companheiros de agora. Ao chegar, fomos avisados: você vão fazer amigos com uma rapidez e intensidade que vão se impressionar. Me impressionei como isso, de fato, acontece. O segredo da cola é botar 165 desconhecidos juntos e submete-los a perrengues que ninguém com curso superior jamais pensou passar. É inevitável: você se agarra a quem está perto e descobre as afinidades. Quando a coisa acalma - e demorou 17 dias para voltarmos a ter jornadas de menos de 20 horas diárias - você olha para o lado e pensa que ufa graças a Deus que finalmente acabou. Tenho certeza de que só cheguei até aqui por que foi em grupo.
Tem profissionais de 31 áreas aqui. Sem que eu me desse conta, fiquei amiga das enfermeiras. Muito, muito mais do que dos jornalistas. Na festa junina de ontem, alguém se deu conta: tinha nove enfermeiras e eu na roda. Já fui até nomeada "atendente de pronto-socorro". Quanta honra! Foi a liga de enfermagem (nome carinhoso) do alojamento Sabará que diagnosticou, antes de eu ir ao médico, que eu estava com conjuntivite. Diagnóstico certeiro. Claro que elas também trataram se manter uma distância segura para não se infectarem. Mas tô bem dos zóio já.
Tem nove semanas pela frente. E muita novidade por vir.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Ameaça de nívi
No percurso Ourinhos-Londrina, já na BR-369, li ontem a seguinte frase na carroceria de um caminhão.
Deveras medonho.
"Larga eu pu ce ve"O autor começa assassinando o idioma.
Deveras medonho.
domingo, 29 de março de 2009
24 meses
Me dei conta hoje que, em março, este blog faz dois anos de existência. Foi criado por incentivo da Jana e no computador dela. Eu pensava já a algum tempo em ter um blog mas não sabia ao certo sobre o que seria. Passados dois anos, vejo que o blog não tem uma vocação específica. Serve para eu falar coisas amenas, pensamentos à toa, dúvidas inusitadas, causos de família.
Divagações despretensiosas são bem-vindas.
O que eu gosto nesse blog é a possibilidade se ser totalmente despretensiosa e falar de coisas para as quais nem sempre há interlocutor.
Divagações despretensiosas são bem-vindas.
O que eu gosto nesse blog é a possibilidade se ser totalmente despretensiosa e falar de coisas para as quais nem sempre há interlocutor.
sábado, 28 de março de 2009
Banho de mar
O tempo todo minha mãe faz livre associações. Por isso, às vezes, demora alguns segundos até que eu saiba do que ela está falando. Ela simplesmente começa a falar sobre algum assunto - que até então estava fora da conversa – como se o interlocutor fosse entender a relação. Na maioria das vezes, eu entendo, mas, não sei por que razão, gostaria que ela introduzisse os novos assuntos como, de fato, novos.
Essas livre associações resultam em algumas boas histórias. Hoje, no mercado, comprando ingredientes para bruschetas, peguei uma lata do azeite português Figueira da Foz. E aí, senta – ou melhor, empurra o carrinho – que lá vem a história de dona Irene.
No final do século XIX a minha bisavó, Clara Maria, era adolescente e morava na Cidade da Guarda, em Portugal. A história dela em terras lusitanas foi curta por que, aos 17 anos, grávida de um funcionário da casa - o meu bisavô -, ela fugiu de “vapoiri” para o Brasil. Passou mal a viagem inteira, mas chegou viva, pariu a primogênita Ana e mais quatro rebentos. De profissão, foi parteira e costureira.
Seus contatos anteriores com o mar que a trouxe para uma nova vida - e a fez botar os bofes para fora na amurada do navio - haviam sido rigorosamente controlados. Nas férias da juventude, ela, os pais e os irmãos viajavam para Figueira da Foz, cidade litorânea. As roupas de banho iam até o meio das canelas e de maneira alguma favoreciam o bronzeado uniforme.
O banho de mar era estranhíssimo. Um funcionário chamado de banhista, que prestava serviço ou para a prefeitura ou para o Rei Netuno, era o encarregado de levar os banhistas de facto até o mar. Cada pessoa era levada individualmente e tinha direito a cinco ondas. Por ida ao mar? Não, por dia.
Ou seja, numa temporada de dez dias, o máximo de tempo que uma pessoa permaneceria no mar seria o prazo de 50 ondas. Nada de pular sete ondas na virada do ano. Eram só cinco, e apenas no horário em que o banhista estava a postos.
Não há fotos dessa época. As fotos de praia que tenho da bisa são dela, o marido e os filhos em Santos, lá por 1930. Os trajes ainda eram muito pitorescos. Na década de 70, um tio meu foi a um baile de carnaval com o maiô (isso mesmo, não era sunga) do meu bisavô. Definiria como um body de comprimento até o meio das coxas, sem mangas, de lã (!), azu-marinho. Se alguém aparecesse num baile com essa roupa atualmente iria precisar de legenda para a fantasia. Anos atrás, tive a oportunidade de ver este maiô. Nem de longe dá para imaginar que serviu para entrar no mar.
Essas livre associações resultam em algumas boas histórias. Hoje, no mercado, comprando ingredientes para bruschetas, peguei uma lata do azeite português Figueira da Foz. E aí, senta – ou melhor, empurra o carrinho – que lá vem a história de dona Irene.
No final do século XIX a minha bisavó, Clara Maria, era adolescente e morava na Cidade da Guarda, em Portugal. A história dela em terras lusitanas foi curta por que, aos 17 anos, grávida de um funcionário da casa - o meu bisavô -, ela fugiu de “vapoiri” para o Brasil. Passou mal a viagem inteira, mas chegou viva, pariu a primogênita Ana e mais quatro rebentos. De profissão, foi parteira e costureira.
Seus contatos anteriores com o mar que a trouxe para uma nova vida - e a fez botar os bofes para fora na amurada do navio - haviam sido rigorosamente controlados. Nas férias da juventude, ela, os pais e os irmãos viajavam para Figueira da Foz, cidade litorânea. As roupas de banho iam até o meio das canelas e de maneira alguma favoreciam o bronzeado uniforme.
O banho de mar era estranhíssimo. Um funcionário chamado de banhista, que prestava serviço ou para a prefeitura ou para o Rei Netuno, era o encarregado de levar os banhistas de facto até o mar. Cada pessoa era levada individualmente e tinha direito a cinco ondas. Por ida ao mar? Não, por dia.
Ou seja, numa temporada de dez dias, o máximo de tempo que uma pessoa permaneceria no mar seria o prazo de 50 ondas. Nada de pular sete ondas na virada do ano. Eram só cinco, e apenas no horário em que o banhista estava a postos.
Não há fotos dessa época. As fotos de praia que tenho da bisa são dela, o marido e os filhos em Santos, lá por 1930. Os trajes ainda eram muito pitorescos. Na década de 70, um tio meu foi a um baile de carnaval com o maiô (isso mesmo, não era sunga) do meu bisavô. Definiria como um body de comprimento até o meio das coxas, sem mangas, de lã (!), azu-marinho. Se alguém aparecesse num baile com essa roupa atualmente iria precisar de legenda para a fantasia. Anos atrás, tive a oportunidade de ver este maiô. Nem de longe dá para imaginar que serviu para entrar no mar.
domingo, 15 de março de 2009
Obrigada pelas flores
Pisar em flores é coisa para crianças vestidas de anjinho em dia de procissão da salve padroeira, e só depois que o andor já passou. É para noiva que tem noivo romântico. É para o Eddie Murphy no vespertino "Um príncipe em Nova York".
Faz dois dias que pisei na grama recém cortada da casa da mãe e vi pontinhos amarelos. Dias depois da roçagem, com chuva abudante, apareceram pequenas flores amarelas equilibradas sobre os colmos. Vi uma, achei que era algum matinho que tinha florido. Sim, por que esses matos à toa sabem dar flores bonitas. Um dia, folheando um livro do pai agrônomo da amiga Audrey, chamado "Plantas Daninhas" ou algo do tipo, encontramos um monte de flor que de danosa, para gente, não tinha nada.
Então, vi seguidamente pequenas flores amarelas, concentradas em frente à janela do quarto da mãe. Tão gentil, a grama; deixa a gente lhe pisar sem reclamar. É amassada seguidamente, esse é seu trabalho, e não oferece espinhos. Se chove muito e ela cresce mais que o esperado, as pessoas reclamam. Mas se estia e a grama seca, reclamam que está feia. Acho que o segredo da grama é seguir fielmente sua natureza gramínea sem ligar para os outros.

Escrevi anteriormente que a flor é o sorriso da planta.
Não pise nas flores da grama.
Faz dois dias que pisei na grama recém cortada da casa da mãe e vi pontinhos amarelos. Dias depois da roçagem, com chuva abudante, apareceram pequenas flores amarelas equilibradas sobre os colmos. Vi uma, achei que era algum matinho que tinha florido. Sim, por que esses matos à toa sabem dar flores bonitas. Um dia, folheando um livro do pai agrônomo da amiga Audrey, chamado "Plantas Daninhas" ou algo do tipo, encontramos um monte de flor que de danosa, para gente, não tinha nada.
Então, vi seguidamente pequenas flores amarelas, concentradas em frente à janela do quarto da mãe. Tão gentil, a grama; deixa a gente lhe pisar sem reclamar. É amassada seguidamente, esse é seu trabalho, e não oferece espinhos. Se chove muito e ela cresce mais que o esperado, as pessoas reclamam. Mas se estia e a grama seca, reclamam que está feia. Acho que o segredo da grama é seguir fielmente sua natureza gramínea sem ligar para os outros.
Escrevi anteriormente que a flor é o sorriso da planta.
Não pise nas flores da grama.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Biografia
Adoro biografias. Terminei de ler Nara Leão - Uma Biografia, de Sérgio Cabral (pai do governador do Rio). Tudo o que eu sabia sobre ela até então, em ordem de aquisição de conhecimento, é que: é uma cantora de MPB, é famosa pelos belos joelhos, é considerada a musa e uma das criadora da bossa nova, é irmã da Danuza Leão.Li esse livro ávida por encontrar detalhes saborosos como os do livro de memórias da Danuza, Quase Tudo - presente de uma pessoa querida. Na verdade, se eu não tivesse lido o livro da Danuza, não me interessaria por esse. Mas já esperava que não seria bem assim, já que o autor é biógrafo de um monte de gente da MPB e se detém na trajetória musical do biografado. E o que me interessa é bem menos nobre: observar a vida alheia de um lugar de voyeur.
Aprendi bastante coisa mas, senti falta de a vida e Nara ser esquadrinhada.
Não que o autor se omita, mas senti um certo pudor do Sérgio Cabral, que foi bem amigo dela, na maneira de expor os fatos da vida pessoal de Nara Leão.
Acho que eu não biografaria um amigo: ou o livro fica bom (e você entrega o amigo) ou fica oficial.
Talvez, penso, Quase Tudo leve outra vantagem além de ser de autoria da própria "memoriada". É que as irmãs Leão tinham personalidades totalmente opostas e, no aspecto personalidade, Danuza ofusca a caçula.
***
Preciso comprar um CD da Nara Leão urgente. Uma voz doce que só.
***
Até agora não entendi muito bem qual é o grande lance dos joelhos...
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Facilidades ao meio-dia
Fiz um diagnóstico despretensioso a respeito dos comerciais das TVs londrinenses da hora do almoço e verifiquei o seguinte: a maioria trata dos problemas comezinhos do ser humano. Nessa hora não se vende carro e nem eletromésticos. De modo geral, também não é hora de os supermercados mostrarem suas ofertas, já que a família brasileira está com o bucho cheio. É hora de encontrar, entre um brado e outro do Leo José ou do Camargo, soluções para os probleminhas que atormentam nosso conforto e bem-estar físico.
Vejamos:
Varicel: trata varizes e hemorroidas (sem acento);
Corega Tabs: fixa dentaduras e deixa a pessoa livre para gargalhar e comer maçã em público;
Calcitran D3: Nicete Bruno promete e maravilhas no combate a osteoporose;
Outros habitués do horário são o antimicótico Vodol e o iogurte Activia, que abre caminho para o bacilo Dan Regularis dinamitar intestinos preguiçosos, e o creme dental Sensodine, indicado para dentes sensíveis. Também cabem na grade: xampú anti-caspa, creme depilatório, lentes fotocromáticas, antiácido e o que mais puder tornar corpos mais adequados ao meio.
Vejamos:
Varicel: trata varizes e hemorroidas (sem acento);
Corega Tabs: fixa dentaduras e deixa a pessoa livre para gargalhar e comer maçã em público;
Calcitran D3: Nicete Bruno promete e maravilhas no combate a osteoporose;
Outros habitués do horário são o antimicótico Vodol e o iogurte Activia, que abre caminho para o bacilo Dan Regularis dinamitar intestinos preguiçosos, e o creme dental Sensodine, indicado para dentes sensíveis. Também cabem na grade: xampú anti-caspa, creme depilatório, lentes fotocromáticas, antiácido e o que mais puder tornar corpos mais adequados ao meio.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Rotina
Gosto e não gosto de rotina. Hoje ela voltou, e gostei.
Depois de uma breve temporada na pauta, voltei para a reportagem.
Isso significa 1,5 hora a mais de sono todos os dias, ouvir menos rádio, ficar menos atenta às desgraceiras cotidianas e trabalhar menos horas. E deixar de ganhar 30%. Tudo tem seus senões.
Gostei de ocupar a posição de pauteira, mas absorve muito o cérebro da pessoa.
De repente, tem três pessoas querendo falar ao mesmo tempo, mais o telefone que não para, mais o rádio, mais a caixa de e-mails que só aumenta o volume de não lidos e mais e mais e mais... Mas foi bom, bem bom, aprender a fazer outra coisa na redação.
Depois de uma breve temporada na pauta, voltei para a reportagem.
Isso significa 1,5 hora a mais de sono todos os dias, ouvir menos rádio, ficar menos atenta às desgraceiras cotidianas e trabalhar menos horas. E deixar de ganhar 30%. Tudo tem seus senões.
Gostei de ocupar a posição de pauteira, mas absorve muito o cérebro da pessoa.
De repente, tem três pessoas querendo falar ao mesmo tempo, mais o telefone que não para, mais o rádio, mais a caixa de e-mails que só aumenta o volume de não lidos e mais e mais e mais... Mas foi bom, bem bom, aprender a fazer outra coisa na redação.
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